As vossas cartas/emails

Mudança de atitude em relação à inclusão na Namíbia...

Estou a escrever-lhes para lhes comunicar que o nosso departamento está a benefiaciar com os boletins do EENET que nos têm mandado. De facto, um dos meus colegas disse que a ideia da inclusão nasceu em Inglaterra e só aí poderá funcionar. Mas quando lhe mostrei o boletim com os artigos sobre Moçambique e sobre a Zâmbia, ficou de imediato com uma opinião diferente.

Cynthy Haihambo-Muetudhana
University of Namibia, Private Bag 13301, Windhoek, Namibia

…e na Zâmbia

Em 2001 estabeleceu-se uma parceria entre o "Programa de Escolas Saudáveis" de Manchester e escolas na Zâmbia. Antes desta parceria, tínhamos quatro crianças num núcleo de educação especial. Depois de ler o boletim do EENET, realizei que estavam num local errado. Transferi-os para classes regulares e eles funcinaram aí extremamente bem. Dois deles ficaram no quinto e sétimo lugar em classes de cerca de 40 crianças. O boletim abriu-me novas perspectivas. Tínhamos considerado estes alunos como tendo problemas com os quais não podíamos lidar e, no entanto, foram capazes de ter sucesso nas classes regulares. Agora, quando os professores dizem que não conseguem ensinar os alunos do núcleo, cito o boletim do EENET para os convencer que isso é possível.

Kenny Kabende
Muteteshi School, Kapiri Mposhi, Zambia

O impacto dos materiais de formação, Somaliland

Agradeço a recepção do conjunto de vídeos do Lesoto "Preparing Teachers for Inclusive Education", o CD-ROM do website, as cópias dos vossos valiosos boletins e os posters do EENET. Não tenho palavras para exprimir quanto esta dádiva foi preciosa para o nosso trabalho aqui na Somaliland. Estamos muito agradecidos e estamos ansiosos de estudar o vídeo e o manual! O CD-ROM é extremamente útil com toda a informação que precisamos sobre a educação inclusiva.

Ali Jama Hassan
Disability Action Network Hargeisa, Somaliland

Reflectindo sobre o ensino e aprendizagem

A minha experiência no ensino de crianças com necessidades especiais tem-me revelado que trabalhar com crianças que não aprendem ou que não se portam bem reduz a confiança dos adultos. Isto porque o esforço que o professor coloca pode não ter resultado e as dificuldades de aprendizagem das crianças fazem com que os professores sintam que falharam. Só através da colaboração com os pais e outros intervenientes, tais como os agentes de desenvolvimento comunitário, e os agentes de promoção da saúde é que os nossos objectivos podem ser alcançados. Quero ainda sublinhar que as crianças não devem esperar até aos sete anos e estar na escola para se perceber que têm alguma necessidade especial. Em muitos casos, será tarde de demais para as podermos ajudar eficazmente.

Martin Muswema
Chileshe Chepela Special School, P.O. Box 410360 Kasama, Zambia

A Palavra de Ordem da Educação para Todos e os Direitos das Pessoas com Deficiência: Visando a Inclusão

A UNESCO decretou a sua Palavra de Ordem em 2002. O seu objectivo consiste em conseguir que o direito à educação englobe as pessoas com deficiência. Outras Palavras de Ordem da Educação para Todos incluem, por exemplo, o género e a formação de professores.

Para mais informações contactar:

 

Kenneth Eklindh
UNESCO - ED/BAS/CEE
7, place de Fontenoy, 753 52 Paris 07, France
Tel: +33 (0)1 45 68 09 74
Email:
www.unesco.org
Siri Wormnaes
University of Oslo
Department of Special Needs Education
P.O. Box 1140 Blindern, 0317 Oslo, Norway
Tel: +47 22 85 81 46
Email:

 


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